sábado, 28 de maio de 2011

"PRECISO OLHAR" e "CARRO CAIDO"




FINALIZANDO O PROJETO
DE DENTRO DO CENTRO

DE DENTRO DO CENTRO é uma circulação do repertório da Cia por Goiás, pelos estados que ele faz divisa e também pelo Distrito Federal, estabelecendo um intercâmbio com grupos de teatro destes locais. A Circulação da Cia de Teatro Nu Escuro acontecerá com (05) cinco espetáculos distintos, que se revezarão entre as (07) sete cidades participantes, totalizando (24) vinte e quatro apresentações.

Cidades

Goiânia/ GO

Palmas/ TO

Taguatinga/ DF

Belo Horizonte/ MG

Salvador/ BA

Cuiabá/ MT

Campo Grande/ MS

Espetáculos

Preciso Olhar (2009) dir. Henrique Rodovalho

O Alienista (2006) dir. Hélio Fróes

Envelopes (2005) dir. Izabela Nascente

O Cabra que Matou as Cabras (2004) dir. Hélio Fróes

Carro Caído (1999) dir. Reginaldo Saddi

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Vem aí: 8° Galhofada!!!!

Galhofada é uma Pequena Mostra de Teatro na Rua organizada por artistas e produtores culturais de Goiânia e cidades vizinhas. Um trabalho sem fins lucrativos, que une a arte ao fazer social. Ela toma forma através da realização de apresentações gratuitas de peças teatrais ao ar livre. A primeira ideia da galhofada surgiu de um encontro de pessoas envolvidas com teatro entre eles a Arte Brasil, a Cia Nu Escuro, o Grupo Teatro que Roda, o Zabriskie Teatro, o Teatro Reinação, a Geppetto e artistas independentes como Charles Rodrigues e Rafael Ribeiro Blat entre outros.

A Galhofada tem acontecido, conforme já relatado, todos os anos se tornando um grande encontro entre artistas, entre artistas e comunidade, entre população periférica e central, rompendo preconceitos e democratizando o fazer artístico de forma orgânica, alegre, descontraída e de qualidade.

"A falta de recursos tem sido um mote para comprovação da força do movimento artístico e, nas reflexões, tem ficado claro que esta é uma das características que não queremos perder". A distribuição de cachês e remunerações diversas aos participantes poderia gerar interesses escusos e forçaria a organização à escolha de trabalhos a serem apresentados acarretando a necessidade de inscrição prévia, comissões de seleção, organização burocratizada etc. etc.. Tudo isso geraria custo elevado e a falta de apoio permanente acarretaria o fim da mostra.

A organização da Galhofada percebe, por outro lado, a necessidade de ampliar as condições de trabalho dos grupos, a qualidade técnica, a segurança e um certo conforto ao público.

Histórico

A primeira edição do evento foi pensada por um coletivo de artistas e aconteceu em 2004. A conjuntura foi propícia e desembocou num trabalho que se tornou significativo de cidadania cultural na região do Setor Pedro Ludovico, junto a uma população sedenta por novas possibilidades de lazer e bem estar social para suas famílias. Decidiram-se todos que Galhofar era preciso. Foram 2 dias de evento, destinados exclusivamente à apresentação de espetáculos teatrais de rua.

O evento tinha o expresso objetivo de levar para a população do Setor Pedro Ludovico um trabalho que, para aquelas pessoas, era praticamente desconhecido principalmente pela falta de poder aquisitivo.

O sucesso da primeira edição fez com que grupos e artistas voltassem a se organizar para uma nova investida. A Segunda Galhofada aconteceu no ano seguinte e desta vez contou com a ajuda da comunidade local. Sua programação foi ampliada para três dias e, além dos espetáculos, o público pôde participar de jogos e pequenas oficinas.

Através do processo de avaliação do evento os organizadores constataram que não só haviam atingido a meta estipulada durante a primeira edição, como haviam superado todas as expectativas do grupo. Em 2006 foi a própria comunidade do bairro que buscou a Oficina Cultural Geppetto para que a Mostra tivesse prosseguimento. Com isto as aulas foram intensificadas e formou-se um elo entre a Galhofada e os moradores do bairro.

Em 2007 o evento tornou-se uma tradição. Todos os participantes, principalmente os artistas, investem na possibilidade de ganhar um novo aplauso: “O que recebemos em troca deste trabalho é a certeza de que estamos cumprindo um papel importante em nossa sociedade, levando arte e cultura para toda a cidade e, com isso, alavancamos o nosso trabalho, formando público e contribuindo para que estas pessoas reconheçam o artista como um profissional... sem falar que estamos formando uma parceria muito importante com outros grupos, artistas e produtores que também são voluntários.” Disse então Hélio Fróes, da Cia de Teatro Nu Escuro.

A 1ª Galhofada aconteceu da necessidade sentida por grupos do fazer teatral de Goiânia de se apresentar a um público que não tem acesso às casas de cultura nem como atores e nem como público. As Galhofadas que se seguiram foram realizadas pelos amantes das artes cênicas, mas com participação cada vez maior da população local de diversas formas (oferecendo almoço, discutindo a programação, montando e desmontando cenários, divulgando etc.). Em nenhuma delas houve participação financeira do poder público. Cada participante arca com suas próprias despesas e os pequenos gastos ( em 2010 - R$ 3.280,00) são rateados entre os organizadores

A Mostra é um evento cultural realizado por artistas e produtores voluntários que trabalham para manterem sua qualidade e gratuidade. Em sete anos atingiu mais de 15.000 (quinze mil) pessoas, principalmente moradores do Setor Pedro Ludovico e das comunidades circunvizinhas, mas abrangendo também uma gama diversa de espectadores, provenientes não somente de nossa capital, como de cidades do entorno.

Participaram desta última edição em 2010 grupos como Cia de Teatro Nu Escuro, Teatro Zabriskie, Cia. Olho da Rua, Grupo Arte e Fogo, Teatro que Roda, Quasar Jovem Cia de Dança, Usina Cênica, Gr. Contemporâneo de Dança, Sapequinha e Trupe Asas do Picadeiro, Passarinhos do Cerrado, Teatro Ritual, Circo Lahetô, Companhia de Teatro Reinação, Cia Trapaça de Teatro, Umbando, Pés Nús, Trupe Trip Trapo, Teatro que Roda e artistas independentes.

Em 2010, mais uma vez, a Galhofada incluiu em sua programação um momento para exibição do documentário sobre a 5ª Galhofada, além de manter as oficinas gratuitas, abertas a toda a população.


Galhofada - o que é isso?

O nome Galhofada quer dizer grande galhofa. Galhofar é gracejar, divertir-se ruidosamente. E galhofeiro são pessoas brincalhonas, zombeteiras.

Agora Em 2011 contaremos com grupos como : Sapequinha, improvisorios, brincatores, pés nus, zyza Glaybe, Teatro do Maleiro, fabrincantes, palhaçaria teatral, Zabriskie, pré molares, humor rock, Grupo Guará da PUC, Circo Laheto, Nômades, Fé menina, Grupo Bastet, Novo Ato, Favelhaço, Prenluno, trip trapo, Sonhus Ritual, OOps, Arte e fogo, Dra Angelina, Passarinhos do cerrado, Trupe de Cirandeiros, Duplice, Tônzera, Mr Sam, Rubens Street, além de artistas independente


Vamos galhofar?

Serviço:
Mostra: 8° Galhofada
Local:Rua 1013 Qd.39 Lt.11 n.467,
tel. 62/3241 8447
Setor Pedro Ludovico, Goiânia, Goiás
Brasil
Valor: Gratuito
Data: dias 19, 20, 21 e 22 de maio
Horas: A partir das 16h

Informações: 92630562, 32418447


Programação::

Quinta-feira dia 19/maio/2011

16:30h – Macunaíma Grupo Teatro que Roda
18:30 h – Cenas Curtas
17:30h - Rubem StreetDance
18h - Mr. Sam
18:30h - Pés Nús‘Circolando
19:00h - Sapequinha
19:30h - Improvisório
19:50h - Zyza Glaybe – Dança contemporânea
20:10h - Thaíse Poeta e Wellington Jhones – Fabrincantes
20:30h - Teatro do Maleiro
21:00h - Larysse
21:20h - Zyza Glaybe – Dança contemporânea
21:40h - Zabriskie – ‘Amor I Love You’
22:30h - Helinho Breno e David - Humor Rock
Pré molares


Sexta-feira dia 20/maio/2011

18:00 h – ‘Amor por Anexins’ – Grupo Guará
19:30h - ‘Cozinha Goiana’ – Trupe de Cirandeiros
21h - ‘Dúplice’
22h - TonZêra e banda


Sábado dia 21/maio/2011

9 h – oficinas até 13 horas 8:00h

16 h – ‘Contação de Histórias’ – TripTrapo
16:30 h – Cortejo
18h - Circo Laheto – quadros circenses
19h – ‘Favelhaço’ – HipHop
20 h – ‘A Última Gota’ – adapt. – Nômades
20:40h - ‘Eu, Tu, Ele’ – Gr. Bastet
21:40 h – ‘A Fábrica’ – Mímica Grupo Sonhus Teatro Ritual
22h - FéMenina – Lançamento do cd


Domingo dia 22/maio/2011

9h – Charanga Jazz
10h - Novo Ato – Príncipe Feliz
11 h -‘Os Artistas Saltimbancos’ – Plenluno

17h - ‘Conta um conto que eu Te Encanto’ - Oops!
18h - ‘Só querer Fazer’ – Mov. Artistas de Rua
19:20h – ‘Que Samba é Esse?’ – Gr. Contemporâneo de Dança
20h - ‘Quintanando’ – Gr. Th. Arte e Fogo
21h - ‘Um Dia uma Banana’ – Dra. Angelina
22h - Passarinhos do Cerrado

terça-feira, 10 de maio de 2011

Gente do bem



Lindo vídeo filmado em Presidente Prudente, por André Aoki, durante o "Festival Rosa dos Ventos 12 anos - Homenagem à Turma do Biribinha".

O Rosa dos Ventos é um grupo de circo e teatro de rua que está na ativa há 12 anos, acumulando diversos prêmios em todo o Brasil.

A Turma do Biribinha é formado pelos palhaços Biribinha, Mixuruca e Mixaria. Biribinha têm mais de 50 anos de vida artística e foi condecorado como patrimônio vivo de Alagoas.

domingo, 8 de maio de 2011

Teatro em Goiás: vivo, muito vivo! - Jornal da Imprensa - Goiânia - GO

Teatro em Goiás: vivo, muito vivo! - Jornal da Imprensa - Goiânia - GO

Por Carlos Brandão
07/05/2011

As artes cênicas em Goiás vivem seu melhor momento e vão se afirmando em quantidade e qualidade. Mas ainda ressentem a falta de uma crítica especializada na mídia local, que simplesmente ignora a explosão deste fenômeno cultural

Quando em 1988, a Secretaria de Cultura de Goiás bancou a montagem do espetáculo Martim Cererê, texto de Cassiano Ricardo, direção de Marcos Fayad e Hugo Rodas, o slogan da peça era "O Teatro vive em Goiás". Um grupo de atores, capitaneados pelo então jovem diretor Sandro di Lima, distribuiu um manifesto, deixando claro que "O teatro sempre viveu em Goiás". O manifesto lembrava que outros grupos existiam no Estado e fazia questão de lembrar a ação de pioneiros como Otávio Arantes, Cici Pinheiro e João Bênnio.

Após essa ligeira discussão sobre a existência do teatro em Goiás, muita água correu por baixo da ponte. O teatro feito naquela época em Goiás, carente, feito com poucos recursos e muito amadorismo, conheceu no ano 2000, dois cortes profundos e essenciais: o início das atividades da Escola de Artes Cênicas da UFG, e a criação da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. A primeira trouxe no seu curso regular de quatro anos, a obrigatoriedade da leitura, da informação, do conhecimento na formação dos novos atores e diretores; a Lei de Incentivo de Goiânia trouxe os recursos que ajudaram a criar novos grupos e profissionalizar os já existentes.

A Lei deu o reforço financeiro para que as companhias teatrais pudessem realizar suas montagens, remunerando os profissionais envolvidos no trabalho. Com isso, uma nova geração de técnicos pode mostrar serviços. Técnicos de luz e som, cenógrafos, figurinistas, músicos, enfim, toda a equipe necessária para dar qualidade ao espetáculo. Atores, diretores e também o pessoal da produção, passaram a receber por seu trabalho. Esse reforço no caixa teve mais uma ajuda com a criação da Lei Goyazes, de incentivo à cultura, pela Agepel, e que teve seu primeiro projeto captado, em 2001. Some-se a isso os editais da Funarte, Petrobras, Banco do Brasil e outras instituições.

Hoje, boa parte das companhias de teatro locais pode circular com suas montagens por outros Estados, além de mostrar seus espetáculos pelo interior goiano e em temporadas nos diversos teatros de Goiânia. Esse é outro item importante que, coincidência ou não, teve seu boom após as Leis e a Escola de Artes Cênicas da UFG: a construção de novos e importantes teatros na cidade.

Casas de espetáculo

Goiânia que tinha dois teatros, Teatro Goiânia e Rio Vermelho, se viu, com várias casas à disposição do público e dos grupos. O Grupo Zabriskie criou seu teatro, que mantém com recursos próprios, há vários anos. Vieram os teatros Marista e da PUC. Depois, o Goiânia Ouro, Madre Esperança Garrido, Teatro de Bolso Cici Pinheiro, Teatro do Sesi, Inacabado, Galpão da UFG e Basileu Toledo França. Desses, o Teatro Goiânia está em reforma desde o início de 2010, e o Inacabado, que foi reinaugurado e não conseguiu ainda abrir suas portas, pela falta de alguns equipamentos.

Alguns grupos têm seus próprios espaços como é o caso da Cia. Carlos Moreira, que mantém um pequeno teatro no Centro de Goiânia, na Rua do Lazer.

Não citei o Martim Cererê, como um teatro formal, por um motivo óbvio: os dois teatros do espaço, Yguá e Pyguá, não devem ser chamados de teatro. Não existe queda, na platéia, o que faz com que todas as poltronas fiquem no mesmo nível. Isso atrapalha o público na hora de assistir o espetáculo. Quem senta da terceira fila para trás, não consegue ver o palco por inteiro. É preciso, sem purismos e sem polêmicas bobas, entender que Yguá e Pyguá são casas de shows, por excelência, e devem servir a um outro público, o de shows musicais que não necessitem tanto de poltronas. O rock e a música eletrônica, que já ocupam o Martim, há anos, são exemplos do modelo de ocupação que o espaço deve privilegiar.

Com incentivos financeiros à produção e casas de espetáculos de qualidade, vários novos grupos ocuparam espaços, nos últimos 11 anos. Às companhias já existentes como Teatro Exercício, Bandeirante, Martim Cererê, Zabriskie, Arte e Fogo, Cia. Carlos Moreira, Terra, Opinião, Espantalho, Transubstanciação, Casa do Teatro, Quilombo dos Palmares, 1.4, Pequi, Júlio Vilela e sua troupe, Rinocerante e Cia. Luiz Pinheiro, se uniram grupos como Nu Escuro, Ritual, Bastet, Oops, Cia in Cena, os dois grupos da PUC, Arte e Fatos e Guará, Bau Produções, Trupicão, Sertão, Novo Ato, Del Arte, Trip-Trapo, além de atores e atrizes que têm seus próprio grupos, caso de Renata Caetano, Newton Murce, Ivan Lima e Mauri de Castro, entre dezenas de outros bons grupos.

Apesar de não estarem no foco dessa reportagem, a dança e o circo também se beneficiaram com as mudanças no mercado. Na dança, a Quasar Cia. de Dança abriu caminhos mais sólidos. Vários bailarinos que passaram pelo grupo ocuparam lugar de destaque na cena. Companhias e bailarinos como Solo, Contemporâneo, Por Quá, Nômades, Behatriz Azevedo, Sacha Witkowski e Kleber Damaso, entre vários outros, mostram serviço e talento. Para dar um exemplo da qualidade da dança feita em Goiás, um dos melhores e mais premiados espetáculos dos últimos anos foi Dúplice, do bailarino Rodrigo Cruz e do ator Rodrigo Cunha. Goiânia tem diversas academias de dança, que sempre formam excelentes profissionais. Na área do circo, destaque para Lahetô, Sapequinha Troupe Show, Troupe Nikolay e Cia. Pés Nus.

Outra novidade na cena foi o surgimento de vários festivais de artes cênicas, em Goiânia. Em 1999, existia apenas o Festival de Teatro de Goiás, bancado pela Federação de Teatro, Feteg. Em menos de cinco anos, a entidade criou outros festivais como Cenas Curtas, Poesia Encenada, Monólogos, Comunitário, Estudantil. Alguns não acontecem mais. Mas todos eles ajudaram a dar uma injeção de ânimo nos grupos. Todos foram criados e aconteciam no Martim Cererê. A prefeitura de Goiânia criou o Festival Internacional de Artes Cênicas Goiânia em Cena, que existe até hoje, felizmente.

Grupos e pessoas físicas ligadas ao teatro ajudaram a criar novos festivais: Festival Nacional de Teatro, Festival de Bonecos e Galhofada, são exemplos de eventos que acontecem anualmente na cidade e que são esperados e privilegiados pela classe teatral e pelo público. O Festival do Corpo Ritual passou a se chamar Encontro de Atores e Criadores e tem trazido bons espetáculos a Goiânia. A própria Agepel criou o Tenpo, festival de teatro que acontece em Porangatu, a cada novembro.

Como se vê nessa amostragem, o teatro anda vivo e muito vivo em Goiás. Teatros não faltam e grupos muito menos. Espetáculos de boa qualidade estão em cartaz nas várias casas. Festivais que intercambiam ideias e montagens. Portanto, não há razão para o público não prestigiar. E não há razão muito menos, para a imprensa local desconhecer solenemente a produção teatral local. Nenhum órgão de imprensa tem um jornalista especializado em artes cênicas. Os jornais fazem suas matérias burocráticas, mas raramente se vê um jornalista cobrindo ou assistindo espetáculos.

Independente desse detalhe, repito, a produção teatral em Goiás está acesa, viva. Não interessa, nessa altura do campeonato, se o teatro vive ou sempre viveu em Goiás. Interessa saber que temos montagens de qualidade, casas de espetáculos para todos os públicos e platéia que acompanha sempre as montagens do grupos locais. Tá que, entre 30% e 50% da que está em cartaz, pode ser melhorado ou até mesmo deletado. Mas isso não é novidade e acontece em todas as áreas artísticas, pelo mundo todo. Mais: a qualidade de um produto é definido pelo público. Isso basta!

Teatros em Goiânia

Teatro Goiânia - Avenida Tocantins esquina com Avenida Anhanguera - Centro (em reforma)
Teatro Rio Vermelho - Centro de Convenções de Goiânia - Rua 4, Centro
Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro - Rua 3, esquina da Rua 9, Centro
Teatro Marista - Rua Hugo Brill, nº 109, Setor Marista (Colégio Marista)
Teatro da PUC - Avenida Fued José Sebba, nº 1184, Jardim Goiás
Teatro Zabriskie - Rua 148, n1º 248, Setor Marista
Teatro Madre Esperança Garrido - Avenida Contorno, n º 63, Centro - (Colégio Santo Agostinho)
Teatro Sesi - Avenida joão Leite, 1013, Setor Santa Genoveva, ao lado do Clube Antônio Ferreira Pacheco
Teatro Galpão da UFG - Praça Universitária - Setor Universitário
Teatro Escola Basileu Toledo França - Avenida Universitária, nº 1175, Setor Universitário
Teatro de Bolso Cici Pinheiro - Avenida Anhanguera esquina com Rua R-1, Setor Oeste
Teatros Yguá, Pyguá e Ytakuá - Centro Cultural Martim Cererê - Rua 94, Setor Sul
Teatro Carlos Moreira - Rua do Lazer - Centro
Teatro Inacabado Otavinho Arantes - Avenida Anhanguera, nº 7030, esquina com Avenida P-2, Setor dos Funcionários (em reforma)

Em cartaz

Espetáculos que podem ser vistos atualmente nas várias salas existentes em Goiânia.

Amor I Love You e Chiquinha, a fofoqueira - Grupo Zabriskie


Travessia III e I Believe - Teatro Ritual

Olho, Conta um conto que te encanto e Macário - Cia. Oops!


A história é uma istória, Bola de Berlim e Eu, Tu e Ele - Grupo Bastet

O Alienista, Envelopes, Carro Caído e O cabra que matou as cabras - Cia de Teatro Nu Escuro

A mais forte - Trama Teatro

O pedido de Casamento, Os três porquinhos, Shrek e Esses gregos das Arábias - Teatro Bandeirante

Puro Brasileiro e Voar - Cia. Martim Cererê

Fragmentos Quintanando e O Contador de histórias do Cerrado - Grupo Arte e Fogo

Édipo - Cia. Benedita de Teatro

Balanço - Grupo Independente de Teatro

Fanfarrões, a peça e De mala e cuia no trem do riso - Grupo ArttPalco

Dúplice - Rodrigo Cruz e Rodrigo Cunha

O boneco de cor - Cia de Teatro do Maleiro

Lendas indígenas e afro-brasileiras - Vagner Rosafa e André Campelo

Boi e Pluft, o fantasminha - Grupo Sertão

Cronicas de Motel, Diário de um Louco, O Príncipe Feliz - Cia. Novo Ato

Velório a Brasileira e Do arco da véia - Cia. Carlos Moreira

A Peleja da Menina que Caiu em Conversa de Passarinho - Grupo Passarinhos do Cerrado

quinta-feira, 5 de maio de 2011

O Cabra que Matou as Cabras estreia em Salvador!


O dramaturgo e pesquisador Djalma Thürler e a Cia Atelié Voador, em intercâmbio com a Cia de Teatro Nu Escuro, de Goiânia, trazem à capital baiana o espetáculo O Cabra que Matou as Cabras. A montagem integra o projeto De Dentro do Centro, que vem apresentando cinco espetáculos da Nu Escuro em turnê pelo Brasil.
Em Salvador, o grupo apresenta o espetáculo nos próximos dias 12 e 13 de maio:
Quinta-feira, 17:00 no PAF III de Ondina da UFBA - próximo ao Instituto de Letras
Sexta-feira, às 16:00, na Praça Municipal de Salvador, no Centro Histórico.


O Grupo também promove palestra para a classe teatral baiana, na quinta-feira, logo após o espetáculo na UFBA. Entrada franca. Imperdível!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Revista Moringa

Está no ar o Vol. 2, No. 1 (jan-jun/2011) da revista MORINGA - Artes do Espetáculo. Além de artigos, a edição traz um dossiê sobre cena e tecnologia e também a tradução de um capítulo de livro - inédito em português - de Richard Schechner, estudioso da performance.
A versão impressa está encaminhada e deve sair muito em breve. O link para a revista eletrônica:

http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/moringa/index

A revista contêm um artigo de Alexandre Mate, que fala de vários grupos em atividade no Brasil, entre eles a Nu Escuro:

BREVES APONTAMENTOS SOBRE ALGUNS GRUPOS TEATRAIS EM ATIVIDADE NO BRASIL CONTEMPORÂNEO - de Alexandre Mate

Boa leitura!