Cap.09
Voltamos da Bolívia doidos pra concluir a montagem do Melodia Parati. Internamos novamente em Goiás Velho, nessa época quase mudamos a sede do grupo para lá!
O espetáculo Melodia Parati enchia os olhos... Tinha alguns problemas na dramaturgia, o grupo queria ousar na narrativa e cometemos alguns pecadinhos!... mas esteticamente era muito rico em detalhes. Nós tivemos uma equipe privilegiada: Shell Jr, com a assistência de Eliane Bispo, no cenário, a Rita Alves no figurino, o Cristiano Mullins na maquiagem, Macrone Henrique na trilha sonora, Fabio Franco na concepção gráfica e os nosso amigos inseparáveis Kopinho, Mara, Júnior, e Horse... Ah! E a estréia da Adriana Brito como operadora de som!
E chamamos alguns grandes parceiros do Rio de Janeiro. Moacir Chaves ministrou uma oficina de teatro direcionada para a montagem do espetáculo e influenciou muito a composição dos personagens e a direção em geral. O lindo, maravilhoso, o “tudo de bom” Jorginho de Carvalho, para conceber o desenho de luz do espetáculo e o nosso “irmão mais velho”, pois também é “filho” do Reginaldo, Alberto Bob Brother, nos ajudar com as coreografias circenses.
Estreou no Teatro Goiânia em junho de 2001, com casa lotada. Aqui estão algumas imagens da estréia...
O espetáculo Melodia Parati enchia os olhos... Tinha alguns problemas na dramaturgia, o grupo queria ousar na narrativa e cometemos alguns pecadinhos!... mas esteticamente era muito rico em detalhes. Nós tivemos uma equipe privilegiada: Shell Jr, com a assistência de Eliane Bispo, no cenário, a Rita Alves no figurino, o Cristiano Mullins na maquiagem, Macrone Henrique na trilha sonora, Fabio Franco na concepção gráfica e os nosso amigos inseparáveis Kopinho, Mara, Júnior, e Horse... Ah! E a estréia da Adriana Brito como operadora de som!
E chamamos alguns grandes parceiros do Rio de Janeiro. Moacir Chaves ministrou uma oficina de teatro direcionada para a montagem do espetáculo e influenciou muito a composição dos personagens e a direção em geral. O lindo, maravilhoso, o “tudo de bom” Jorginho de Carvalho, para conceber o desenho de luz do espetáculo e o nosso “irmão mais velho”, pois também é “filho” do Reginaldo, Alberto Bob Brother, nos ajudar com as coreografias circenses.
Estreou no Teatro Goiânia em junho de 2001, com casa lotada. Aqui estão algumas imagens da estréia...
