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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Carro Caído no 7º FESTCAL, em sampa!

7º FESTCAL - Festival Nacional de Teatro de Campo Limpo - 2012
Homenagem a Dulce Muniz, Amir Haddad e o Grupo Ta na Rua

Mais um FESTCAL!
O SÉTIMO!

ESSE ANO COM O ARTISTA POPULAR AMIR HADDAD E O SEU GRUPO TA NA RUA!

ACOMPANHE TODA PROGRAMAÇÃO - É TUDO GRATUITO!


Tem espetáculo de rua? Tem se Senhor

Tem Oficinas com grupos participantes? Tem se Senhor

Tem muita Festa? Tem se Senhor

Grupos Participantes: Trupe Artemanha (SP), Dona Zefinha (CE), Brava Companhia (SP), Grupo Parlendas (SP), Cia do Miolo (SP),
Quem tem Boca é pra Gritar (PB), Cia. Humbalada (SP), Cia de Teatro Nu Escuro (GO), Cia. dos Inventivos (SP), Grupo Rosa dos Ventos (SP),
Grupo Pombas Urbanas (SP), Trupe Olho da Rua (SP), Grupo Experimental Vivarte (AC), Grupo Engenho Teatral (SP), Grupo O Imaginário (RO),
Cia. Antropofágica (SP), Núcleo Ás de Paus (PR), Cia. Forrobodó (SP) e Grupo Ta na Rua (SP).

Convidados: Dane de Jade, João do Crato e Z'África Brazil

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Carro Caído em Porto Alegre

A Cia de teatro Nu Escuro participa do projeto de residencia da MEME Santo de Casa Estação Cultural, em Porto Alegre/ RS. O diretor Hélio Fróes está ministrando uma oficina de teatro de rua para o grupo MEME que está montando um trabalho de intervenção urbana.
E no dia 12 de outubro, as 16 horas, a Cia irá apresentar o espetáculo Carro Caído no 4ª Mostra de Teatro Infantil de Porto Alegre, dentro do envento rua da criança, promovido pelo Grupo MEME.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Público gigante em Porto Velho/RO!



Três mil pessoas assistindo Carro Caído, em Porto Velho, no Festival Amazônia Encena na Rua!!! 
Com Amir Haddad e vários rueiros de todo Brasil, no 2º Seminário Amazônico de Teatro de Rua, em Porto Velho.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

"Carro Caído" no V Amazônia Encena na Rua!!! Em Porto Velho/RO.

Carro Caído - Foto de Layza Vasconcelos

DIA 21/07
18h - Cortejo
19h30 - Abertura oficial
20h - Show musical “São Batuques”
Beto Oscar e Helder Brandão - Macapá – AP
Os ritmos e ritos das comunidades tradicionais quilombolas do Amapá são a base do show. São Batuques é uma produção que exalta a riqueza poética e melódica das manifestações folclóricas.
DIA 22/07
18h - La Imaginacion
Cia. Juglarte - Guatire, Estado Miranda - Venezuela
Um duo de pitorescos personagens que creem ser, quer dizer, são famosos malabaristas. Caramelo de Mente, um palhaço com delírios de grandeza, e sua assistente Lalo, realizam surpreendentes truques malabarísticos, com muito humor e interação com o público. Espetáculo para toda a família!
19h - Estilo: Dança Folclórica
Cia. de Dança Yaporanga - Porto Velho - RO
19h30 - Do Repente
Lamira Cia. de Dança - Palmas – TO
Dança contemporânea cuja poética é elaborada em torno do universo do Romanceiro Popular do Nordeste brasileiro, nas figuras do poeta cantador, do coquista, do aboiador, do glosador, do cordelista, do mamulengueiro e da influência dessa cultura na formação das diversas culturas brasileiras. Também se apropria das pesquisas sobre a commedia dell'arte, com o universo urbano e globalizado da atualidade.
20h30 - Carro Caído
Cia. de Teatro Nu Escuro - Goiânia - GO
Uma adaptação livre de um conto popular recolhido por Câmara Cascudo. Conta a história do carreiro Rubião, que tinha a mania de falar o nome do demônio junto com nome Santo. Mesmo sendo alertado do mau agouro que poderia acometê-lo, continuava com os xingamentos. O bem e o mal, o sagrado e o profano, são seus temas principais.
21h30 - O Auto da Folia de Reis
Grupo Corpos Teatro Independente - Teresina - PI
Musical infanto-juvenil que surge com o intuito de resgatar a expressão popular do reisado do Piauí e da cultura: são quadras, lendas, cantigas de roda e modinhas. O texto traz um levantamento realizado pelo trabalho de pesquisa sobre as expressões populares nas mais diversas áreas da cultura nordestina, tendo como foco os costumes e o folclore piauienses.
DIA 23/07
19h - Estilo: Forró-Samba
Cia. de Dança Swing Moral - Porto Velho - RO
19h30 - Encantoria
Grupo Experimental de Teatro de Rua e Floresta Vivarte - Rio Branco – AC
É um espetáculo que celebra a roda e traz consigo os encantos e mistérios da floresta, tendo como base do trabalho a cultura popular acreana, brasileira e dos povos originários.
20h30 - A Paixão de Dionísio
GTRUA - Belém - PA
A Paixão de Dionísio conta de forma lúdica e descontraída a história do teatro ocidental desde os tempos dos rituais até as paixões de Cristo na atualidade. Na cena, Didi, um vendedor de raspa-raspa e de toda espécie de cacarecos, que se apresenta como Dionísio, o Deus do Teatro.
21h30 - Ser TÃO Ser – Narrativas da Outra Margem
Buraco d`Oráculo - São Paulo – SP
Construído a partir das histórias de vida dos moradores da região do extremo leste de São Paulo, leva para a cena (a rua), o homem desterritorializado, o homem que está fora do seu território, jogado à margem de uma cidade grande.
DIA 24/07
19h - Estilo: Forró
Cia. Parceiros do Ritmo Quente - Porto Velho - RO
19h30 - Amazônia e a Princesa da Mata
Grupo de Teatral do SESI - Porto Velho - RO
Traz para a cena uma abordagem sobre a preservação ambiental, envolvendo crianças e adultos com personagens da Mitologia Amazônica. Músicas inéditas compõem a dramaturgia sonora. É um convite à reflexão e à mudança.
20h30 - João Pé-de-Chinelo
Grupo Manjericão - Porto Alegre – RS
O espetáculo mostra o universo de João Pé-de-Chinelo, um papeleiro que vive nas ruas, praças e parques com seu carrinho catando papelão e outros materiais recicláveis, na busca de sobrevivência e sustento da família. João é mais um trabalhador fruto do êxodo rural que procura reagir com dignidade diante das mazelas dos grandes centros urbanos. O personagem apresenta sua casa e família ao público, narra histórias e aventuras vividas e sonha com dias melhores.
21h30 - TEKOHA – Ritual de vida e morte do Deus pequeno
Teatro Imaginário Maracangalha - Campo Grande – MS
O espetáculo narra a trajetória do líder indígena Guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. TEKOHA refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura Guarani. É no TEKOHA que os Guaranis vivem o seu modo de ser.
DIA 25/07
19h - Estilo: Samba
Cia. de Dança Chagas Peres - Porto Velho - RO
19h30 - Zão e Zoraida
Grupo Ueba - Caxias do Sul – RS
A história começa com o encontro dos dois palhaços, que juntos partem em busca da felicidade eterna. Seguindo o mapa, eles entram na floresta, passam por diversas situações cômicas, são pegos pelo guarda e vão parar na prisão. Eles aprendem a lição e partem em busca do tesouro, até que uma descoberta muda essa história... Os personagens interagem com o público e fazem com que todos participem na busca pela Felicidade Eterna.
20h30 - A Língua Solta do Palhaço Joca
Grupo Eureca - Macapá - AP
Conta a história de um menino que não gostava de ler e não encontrava importância na leitura, mas com a ajuda de seus amigos, vivencia as mais emocionantes histórias e descobre o encanto pelos livros. O Palhaço Joca vai enfrentar vilões, desvendar mistérios, fazer viagens espaciais e aprender um mundo de coisas novas porque adquiriu o hábito de ler, com músicas e técnicas circenses de Clown.
21h30 - A Cruz e a Moça
Cia. Cacos de Teatro - Manaus - AM
Conta a história de uma família do interior do nordeste. A jovem filha do Coronel resolve se apaixonar por outro jovem. Nasce um problema? A empregada e os outros dois amigos do jovem resolvem se envolver na história e tudo acontece com muita brincadeira. O espetáculo de dança e teatro e aborda o universo da xilogravura e da literatura de cordel para encantar a todos.
DIA 26/07
19h - Estilo: Dança de Salão
D’PS Cia. de Dança - Porto Velho - RO
19h30 - Pelas Barbas do Mandi e Pelo Suco do Açaí, Apareceu um Palhaço Aqui
Palhaço Sorriso da Amazônia - Porto Velho - RO
Um espetáculo encenado por um palhaço, que por meio de pequenas mágicas cômicas, consegue interagir com crianças, jovens e adultos, sem perder o ritmo executando saltos mortais, dançando, ou simplesmente atuando na arte da palhaçaria que envolve todo publico.
20h30 - O Juiz de Paz da Roça
Movimento, Arte, Pesquisa-Investigação – MAPI - Porto Velho – RO
O Juiz de Paz da Roça se passa, logicamente, na roça e tem apenas um ato. Conta sobre Aninha e José, que planejam se casar, mas José é capturado para tornar-se soldado contra a Revolução Farroupilha. Aninha e José fogem e se casam em segredo e o rapaz fica assim desobrigado de servir.
21h30 - Mar Acá – Mitologia Latino-Americana
Locômbia Teatro de Andanças - Boa Vista - RR
A peça trata da transformação cultural sofrida pelos índios, tem cunho ecológico e valoriza a diversidade cultural, através de técnicas de teatro de mímica, máscaras origami, música ao vivo e acrobacia, utilizando uma linguagem gestual.
DIA 27/07
19h - Estilo: Dança do Ventre, Samba e Zouk
Cia. de Dança Nara Teixeira - Porto Velho - RO
19h30 - Julieta de Bela Flor
Grupo de Teatro Evolução - Porto Velho - RO
Em uma pequena cidade denominada Bela Flor, habitam duas irmãs em busca de um grande amor. Com pensamentos e comportamentos extremamente diferentes, as irmãs Lavousiê buscam, cada uma a seu modo, um caminho para a felicidade. Músicas e danças típicas do folclore amazônico permeiam a trama.
20h30 - Palhaço Pato e Laranjinha Pintando o Sete
Trup do Pato - Macapá - AP
Pato e Laranjinha são uma dupla de palhaços de rua que vez por outra se debate diante da necessidade de provar algo a alguém. Tal condição os coloca em constantes competições, ora por beleza, ora por esperteza, ora por astúcia, e assim os dois vão levando a vida. No entanto, o que se percebe no decorrer é que um não consegue viver sem o outro. Assim, diante da necessidade incessante pela competição, o público é presenteado com momentos únicos de magia e graça.
21h30 - João Cheroso e João do Céu Vendendo Cordel - Uma homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga.
Grupo Eureca - Macapá – AP
O João Cheroso e seu pai, João do Céu, seguem o caminho dos retirantes nordestinos que vieram para a Amazônia em busca de melhores condições de vida. Na chegada ao Amapá os dois descobrem uma curiosidade: a capital amapaense também foi visitada pelo conterrâneo Luiz Gonzaga e este compôs músicas em exaltação à cidade. “Ai que bom, ai que bom/ Que é o Macapá!”
DIA 28/07
19h - Estilo: Dança do Ventre
Cia. de Dança Christina Pontes - Porto Velho - RO
19h30 - Odissi
Locômbia Teatro de Andanças - Boa Vista – RR
O espetáculo é o resultado de cinco anos de estudos realizados na Índia, onde o grupo buscava aperfeiçoar a sua linguagem corporal e gestual. Odissi é a dança clássica da Índia, tem um caráter espiritual e estético, relembrando a simbologia da Yoga e a Meditação em que se busca a união entre a mente e o corpo para liberar o espírito.
20h30 - Poropopó
Companhia Será O Benidito?! - Rio de Janeiro – RJ
Uma Família de Palhaços, onde os três juntos realizam números e reprises clássicos da palhaçaria mundial. Mantendo vivo o jogo cômico em duplas e trios, revivem as cenas do Circo tradicional, revelando com um humor ingênuo uma grande brincadeira e diversão para o público de todas as idades. Com gags, reprises de palhaços, números tradicionais e a relação da família nas cenas, os três entram sempre querendo mostrar o melhor de si, mas como bons palhaços, são mais atrapalhados do que habilidosos.
21h30 - A Ferrovia dos Invisíveis, Narrativas do Outro Lado
O Imaginário - Porto Velho – RO
Um grupo de trabalhadores luta para construir uma ferrovia no meio da floresta. A estrutura é baseada nas memórias, nas narrativas de diferentes tempos, a partir de fatos históricos e da importância da presença dos trabalhadores de diversas nacionalidades, no período da construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Dando um sentido humano e universal, transformando o drama e as ações humanas em composição de ações poéticas.
DIA 29/07
18h - O Circo na Arena
Todos os circenses
19h - Estilo: Dança do Ventre
Cia. de Dança Anderson Moreira - Porto Velho - RO
19h30 - Histórias de Maga
Cia. Cata e Conta - Imperatriz – MA
Uma lavadeira de sonhos. Uma mulher que na peleja do dia a dia faz fluir a imaginação de todo o público com suas histórias e tagarelices. Na cena, bonecos e sua trouxa de roupas, que vai levando pro rio da ilusão de cada um de nós. É um trabalho de contação de histórias e com muitas cantorias.
20h30 - A Mágica do Riso
Patrick, O Mágico - Rio de Janeiro – RJ
É a celebração da vida e da alegria. Números realizados de forma clownesca, com o único objetivo de tirar as pessoas do sério e “Matar a Todos”, ainda bem que é de “Rir”! O show é uma verdadeira festa que homenageia a vida, para estimular o fortalecimento das iniciativas culturais e artísticas e o intercâmbio de vivências e saberes.
21h30 - Histórias de Circo Sem Lona
Tia Teatro - Canoas - RS
As artimanhas de dois palhaços “sem eira, nem beira”, que não têm muitos dotes e precisam encontrar uma forma de ganhar a vida e conquistar o pão de cada dia. Refletindo, através da alegoria e da linguagem do palhaço, como o homem vai levando sua vida, equilibrando-se entre os contrários, compreendendo a necessidade de “ganhar o pão com o suor de seu rosto”, mas criando mecanismos para escapar das pressões cotidianas, reagir aos exageros dos puritanos e se contrapor à tristeza e à violência do mundo.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

190

Texto de Danilo Danilovitsch, sobre a apresentação da peça Carro Caído, na Casa das Artes, teatro Cici Pinheiro

Quando Averróis estava comentando a Poética de Aristóteles para os árabes ele se embatucou com dois termos por ele completamente desconhecidos já que os objetos aos quais esses termos se relacionavam eram do mesmo e completo modo ignorados dos árabes, quais termos sejam: tragédia e comédia. Abu al-Walid Muhammad Ibn Ahmad Ibn Munhammad Ibn Ruchd expôs os tais termos desconhecidos por dois que ele conhecia com absoluta perfeição: elogio escárnio, em que a tragédia seria o elogio dos homens bons e a comédia o escárnio dos maus.
Elogiar é sempre uma tragédia, pois não se diz nunca a metade da verdade e quando o esforço para alcançar essa parte mínima é perpetrado parecemos estar sempre exagerados. Não há uma medida aurea que nos indique qual a quantidade exata de elogios, nem há régua ou esquadro que os meçam e certifiquem. Portanto, já de principio aviso este texto é cheio de elogios, repleto de loas, de encômios, louvores e afins.
No domingo fui ao Teatro Cici Pinheiro assistir a Carro Caído, da Cia Nu Escuro espetáculo da minha amada companhia que nunca tinha visto. Apesar de terem criado um clima de pânico com avisos de espetáculo infantil encoberto pelos termos “espetáculo para toda a família” não foi exatamente o que ocorreu. Não gosto de rótulos. São invariavelmente redutores e preconceituosos. Se Carro Caído for um espetáculo infantil, eu sou uma criança com problemas de excessiva produção do hormônio do crescimento.
Há muito tempo não via um espetáculo tão divertido e talvez aqui esteja a solução para o problema da denominação de espetáculo infantil: Carro Caído nos faz sentir crianças novamente. Abílio Carrascal, Izabela Nascente, Hélio Fróes e Lázaro Tuim contam a conhecida história do carreiro maldizente que tem que levar um sino bento para uma igreja. No meio da viagem depois de muitas e muitas blasfêmias o demônio vem roubar-lhe a alma. Mas o carreiro tem um amigo fiel que com a ajuda de um anjo vai ao inferno e com ajuda da própria inteligência salva a ambos.
A singeleza do espetáculo é tamanha que eu fico encantado de que não tenhamos saído todos levemente mais simples de lá. Toda a sequencia que se passa no inferno é impagável.
Por ser um espetáculo mais antigo e nunca visto havia em mim a curiosidade de quanto da Nu que eu conheço já existia nos espetáculos anteriores. A resposta é simples: tudo. A mesma graça, o mesmo aproveitamento da comédia, a mesma vontade de agradar sem ser subserviente, a mesma alegria. Não falta nada. E nada me alegra mais do que um excelente espetáculo com uma excelente companhia.
Foi uma delicia. Não vi o tempo passar e duvido que alguém tenha visto. Anjos, diabos, caipiras, sinos, bois, luta entre o bem e o mal, frutas típicas do cerrado, cantoria, diversão e ensinamento para a garotada. Tenha ela um metro e dez ou um metro e noventa.

sábado, 28 de maio de 2011

"PRECISO OLHAR" e "CARRO CAIDO"




FINALIZANDO O PROJETO
DE DENTRO DO CENTRO

DE DENTRO DO CENTRO é uma circulação do repertório da Cia por Goiás, pelos estados que ele faz divisa e também pelo Distrito Federal, estabelecendo um intercâmbio com grupos de teatro destes locais. A Circulação da Cia de Teatro Nu Escuro acontecerá com (05) cinco espetáculos distintos, que se revezarão entre as (07) sete cidades participantes, totalizando (24) vinte e quatro apresentações.

Cidades

Goiânia/ GO

Palmas/ TO

Taguatinga/ DF

Belo Horizonte/ MG

Salvador/ BA

Cuiabá/ MT

Campo Grande/ MS

Espetáculos

Preciso Olhar (2009) dir. Henrique Rodovalho

O Alienista (2006) dir. Hélio Fróes

Envelopes (2005) dir. Izabela Nascente

O Cabra que Matou as Cabras (2004) dir. Hélio Fróes

Carro Caído (1999) dir. Reginaldo Saddi

segunda-feira, 14 de março de 2011

O Alienista e Carro Caído em Cuiabá!



EM MARÇO!

Dia 24 – Carro Caído
Jardim SESC artesanal, às 19 horas. Entrada Franca.


Dia 25 e 26 – O Alienista
Teatro SESC artesanal, às 20 horas. Entrada Franca.


terça-feira, 7 de julho de 2009

Nu Escuro - Riso e Diversão Garantidos

Essa é a crítica do espetáculo CARRO CAÍDO que participou da XVIII Mostra de Teatro de Anápolis, escrita por Taw Ranon, no Blog:

Artistas Anapolinos


Fique com o texto:

Nu Escuro - Riso e Diversão Garantidos




Um espetáculo expressivo livre e muito agradável foi o que a Companhia de Teatro Nu Escuro trouxe para o palco da XVIII Mostra de Teatro de Anápolis (de 05 a 12 de julho de 2009).
Formada por atores que não se restringiram apenas a função de representar, o grupo disponibiliza recursos para aqueles que desejam fazer arte como educação para crianças, oferecendo suporte técnico e artístico à escolas e entidades de ensino.

Confecção de bonecos adereços oficinas e montagens de espetáculos são algumas das atividades desenvolvidas por estes artistas que se preocupam na elaboração do projeto desde o inicio com a formação de platéia, até o cuidado com da qualidade dos espetáculos a serem desenvolvidos.

Sediados em Goiânia a Nu Escuro procura manter um repertorio com temas variados que atenda ao público adulto e infantil.

Contagiante a apresentação escolhida para esta Mostra e a reação do público foi imediata. Na linguagem circense presente nesta na exibição, não faltaram diversão e alegria e humor. Descomplicados, os atores usam e abusam de recursos da comunicação para criança fazendo com a platéia que compareceu ao Teatro Municipal embora que na maioria formada por adultos, respondesse não só a atuação do grupo em cena, como também a linguagem utilizada no processo da encenação do espetáculo. Um show de harmonia entre cenário, figurino iluminação e música.

Brilhante participação da Companhia de Teatro Nu Escuro na XVIII Mostra de Teatro de Anápolis.

Taw Ranon

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Programação da XVIII Mostra de Teatro de Anápolis

PROGRAMAÇÃO DOS ESPETACULOS INFANTIL.

DIA 09 DE JULHO DE 2009 QUINTA - FEIRA –TEATRO MUNICIPAL 16:00 HORAS
Companhia: Grupo de teatro Arte & Fogo
Espetáculo: Txuu-Looso

DIA 10 DE JULHO DE 2009 SEXTA- FEIRA –TEATRO MUNICIPAL 16:00 HORAS
Companhia: Grupo de Teatro Arte e Fogo
Espetáculo: O Contador de História do cerrado

DIA 11 DE JULHO DE 2009 SABADO –TEATRO MUNICIPAL :16:00 HORAS
Companhia: Cia de Teatro Carlos Moreira
Espetáculo: Maria Mihoca

DIA 12 DE JULHO DE 2009 DOMINGO – TEATRO MUNICIPAL: 16.00 HORAS
Companhia:Cia de Teatro Carlos Moreira
Espetáculo: Ocilda e Zé Buscapé


PROGRAMAÇÃO DOS ESPETACULOS ADULTOS.

DIA 05 DE JULHO DE 2009: DOMINDO-TEATRO MUNICIPAL - 21:00 HORAS.
Companhia :COMPANHIA ANAPOLINA DE TEATRO DE ANÁPOLIS (CAT)
Espetáculo: Mulher Sem Pecado

DIA 06 DE JULHO DE 2009: SEGUNDA - FEIRA – TEATRO MUNICIPAL. - 21:00 HORAS
Companhia : Cia de Teatro Nu Escuro
Espetáculo: CARRO CAÍDO

DIA 07 DE JULHO DE 2009 TERÇA –FEIRA TEATRO MUNICIPAL 21:00 HORAS
Companhia: Máskara
Espetáculo: Senhora dos Afogados

DIA 08 DE JULHO DE 2009: QUARTA - FEIRA – TEATRO MUNICIPAL. - 19:00 HORAS
Companhia :Cia de Teatro Novo Ato
Espetáculo: Diário de um Louco

DIA 08 DE JULHO DE 2009 QUARTA - FEIRA – TEATRO MUNICIPAL – 21:00 HORAS
Companhia: Cia de Teatro Novo Ato
Espetáculo: “Crônicas de Motel

DIA 09 DE JULHO DE 2009 QUINTA – FEIRA - TEATRO MUNICIPAL – 19:00 HORAS
Companhia:Grupo de Teatro Arte & Fogo
Espetáculo: Laurita

DIA 09 DE JULHO DE 2009 QUINTA – FEIRA - TEATRO MUNICIPAL – 21:00 HORAS
Companhia:Bandeirantes Produções Artistica
Espetáculo: O Pedido De Casamento

DIA 10 DE JULHO DE 2009 SEXTA - FEIRA –TEATRO MUNICIPAL 21:00 HORAS
Companhia: Grupo Trupicão Cia de Teatro.
Espetáculo: Sobre o Amor(Procedimentos, movimentos e representação)

DIA 11 DE JULHO DE 2009 SABADO –TEATRO MUNICIPAL:2100 HORAS
Companhia: Grupo Desencontro de Teatro
Espetáculo: Povo Da Villa De Barro Preto de Goyas

DIA 12 DE JULHO DE 2009 DOMINGO – TEATRO MUNICIPAL - 21.00 HORAS
Companhia:Cia de Teatro Carlos Moreira
Espetáculo: Do Arco da Véia


PROGRAMAÇÃO DOS ESPETACULO ADULTO A SER REALIZADO A TARDE.

DIA 08 DE JULHO DE 2009 QUARTA - FEIRA – TEATRO MUNICIPAL 16:00 HORAS
Companhia: Pulo do Gato Cultura e Comunicação
Espetáculo: Três homens baixos: a bicha, o broxa e o corno

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Primeiras apresentações no Rio de Janeiro

Histórias Nu Escuro
Cap.10


31 de dezembro de 2001.

Estávamos em Goiás Velho, preparando a festa de Révellion na Pousada do Ipê do Reginaldo Saddi (diretor das peças da Cia Nu Escuro na época). Tínhamos acabado de apresentar uma peça para os hospedes e estávamos organizando nossa primeira temporada no Rio de Janeiro, em abril. Fomos para o Rio com a ajuda do Reginaldo, pois ele tem muitos amigos nesta cidade, onde morou e trabalhou com teatro, inclusive com apresentações em Museus.

Mas... neste dia o rio Vermelho que corta a cidade transbordou provocando uma enchente que destruiu parte do conjunto histórico da cidade. Lembro do Reginaldo nos chamando pra ver o rio “cheio”, que realmente estava muito bonito. E de repente ele transbordou e foi uma correria louca. Tudo muito rápido. Ajudamos o que podíamos. Retirando móveis das casas inundadas dos moradores e do Museu da Casa de Cora. Foi muito angustiante.

O Amir Haddad, que se apresentava todo ano no Festival de Artes da Cidade de Goiás com cortejos maravilhosos, criou um evento no Rio de Janeiro para ajudar na arrecadação de fundos para reconstruir a cidade. O evento foi no teatro Carlos Gomes, em fevereiro de 2002, coordenado pelo Ta na Rua contou com vários grupos de teatro, música, atores “globais” e... a Nu Escuro! Nós fomos convidados para participar deste evento, representando o Estado de Goiás, com um fragmento da peça Seu Palácio Conta Estórias. Fomos eu (Hélio Fóes), Lázaro Tuim, Mckeidy Lisita, Izabela Nascente, Adriana Brito e Abilio Carrascal.

Agora não era mais a tristeza do dia da enchente. Era festa típica do Amir! E festa foi melhor ainda para dois integrante da Nu Escuro. Eu, conheci a Rô Cerqueira neste evento com quem acabei me casando (o Pedro Plaza, da Nu Escuro, foi o cupido, ele fazia o mestrado no Rio e conhecia a Rô onde acabou me apresentando e... e deu no que deu!) e o Abilio, que acabara de entrar no grupo e já estreou no teatro Carlos Gomes em um grande evento, além de ser sua primeira viajem de avião, foi sua primeira vez no Rio de Janeiro ...e sua primeira vez no mar! Que lindo!!!

Voltamos para Goiânia empolgadíssimos com a temporada que viria logo em seguida. Apresentamos o Carro Caído no Museu de Folclore Edison Carneiro e o Seu Palácio Conta Estórias no Museu da República, durante todo o mês de abril.



Uma viagem inesquecível. A gente apresentava o Carro Caído às 16 horas, ao final da peça trocava o figurino correndo que às 17h30min já começava o Seu Palácio Conta Estórias. Pouco público... o produtor local simplesmente sumiu e não fez nada, quando chegamos no Rio foi um susto! Saímos correndo para fazer a parte de imprensa, sem saber por onde começar e acabamos conseguindo alguns tijolinhos. Depois tivemos a ajuda do Taíno, que assumiu a produção no meio da temporada.

Nos bastidores era aquela loucura! Nós alugamos uma quitinete com o Dalmo do Irmãos Brothers e ficamos 6 pessoas morando juntos em um único quarto. Trash! Juntava os colchões emendados no chão pra dormir... e as meninas de TPM tudo na mesma época! Caramba! Mas o apartamento ficava em Ipanema! Quando estressava era só dar um pulo no mar e tudo voltava às mil maravilhas! Nessa altura eu já estava namorando a Rô e saí da quitinete e fui morar com ela. Uma ala da Nu Escuro ficou com ciúmes e queria que eu ficasse no “apertamento” junto com eles. “Pela honra do Teatro de Grupo”. Acredita nisso? Eu fugi mesmo! A quitinete do Dalmo é ótima, mas seis pessoas não rola...

Outra lembrança boa foi o aniversário do Tuim e do Abilio na casa o Jorginho de Carvalho. Um faz aniversário dia 24 e o outro 25. E no dia 25 o Jorginho nos deu uma feijoada! Uma não! Duas! Uma de feijão preto e outra do marronzinho! Pois não sabia se goiano gostava de feijão preto! Foi muito bom!!! Que figura maravilhosa é o Jorginho!

Fim de temporada. O Mckeidy ficou no Rio estudando na Escola Nacional de Circo por mais dois meses. E a gente voltou pra Goiânia com muitas boas lembranças.

Nu Escuro no Palácio do Catete, Museu da República, Rio de Janeiro.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Carro Caído em Caraguatatuba


Rubião e Dona Enedina de "botinha nova" no II Litoral Encena, em Caraguatatuba. A Izabela sofreu um acidente de moto 4 dias antes da viagem... e ainda aprensentou O Alienista antes de viajar!!!




Platéia cheia! Valeu Adba e toda a equipe do festival!

sábado, 18 de outubro de 2008

Viajem para a Bolívia

Histórias Nu Escuro
Cap.08


Foto de Reginaldo Saddi.

Essa foi a viagem mais mambembe da Nu Escuro! Mambembe no melhor sentido da palavra! Parecia a Caravana Rolidei, do Bye Bye Brasil. Fomos para Bolívia, em janeiro de 2001, confiando em contatos pela internet e alguns telefonemas... não sabíamos o que viria... E cada contato que a gente fazia gerava outro, o museu de Sucre indicava para um centro cultural em La Paz, e nisso a gente foi indo de apresentação em apresentação, trocando as peças e de oficinas por hospedagem, alimentação e pequenos cachês.

Viajamos com o Carro Caído e A Porca, em "portunhol". Fomos eu (Hélio), Tuim, Izabela, Mckeidy, Rita e Reginaldo (responsável pelos contatos na Bolívia) passando pela fronteira em Porto Quiraro, que era uma loucura. Lá pegamos o chamado “Trem da Morte” (dizem que tem esse nome porque transportou vários doentes durante uma grande epidemia de febre amarela, que ocorreu há muitos anos) e pra conseguir guardar toda a bagagem de roupas, adereços e figurinos, foi tenso... achei que ia ficar metade de fora... mas aperta aqui, empilha acolá... deu tudo certo! Passamos por Santa Cruz de La Sierra, Sucre e La Paz e quase fomos até o Peru, mas tínhamos compromissos aqui e tivemos que voltar... hoje me arrependo de não ter seguido um pouco mais. E na volta a gente ainda fechou uma apresentação em Corumbá, na fronteira aqui no Brasil.

Foi uma experiência em tanto, pegamos os preparativos para o carnaval da Bolívia, com as máscaras dos Morenos e os Endiablados, a celebração com as miniaturas para o Deus da abundância Ekeko, a visita as ruínas arqueológicas de Tiwanaku e ao lago Titicaca, além de conviver com vários grupos de teatro na Bolívia, conhecer suas músicas, artesanatos, comidas e bebidas. Ficou a vontade de voltar... Um dia a Nu Escuro ainda fará uma grande turnê pela America Latina...

domingo, 5 de outubro de 2008

Museu Nu Escuro II

Histórias Nu Escuro
Cap.06


“Carro Caído” estreou em agosto de 2000, durante a comemoração da semana do folclore na cidade cenográfica do Memorial do Cerrado/ UCG, em um projeto coordenado por Altair Sales Barbosa.

Em sua versão de estréia Carro Caído era itinerante pelos espaços do museu e o texto foi escrito por Pedro Plaza baseado no texto homônimo de Câmera Cascudo. A direção é do Reginaldo Saddi. Depois o espetáculo cresceu de 20 para 45 minutos, se apresenta na rua, ganhou outra versão e virou um “Auto” com direito a duelo do Capeta com o Anjo... Essa é umas das peças mais apresentadas pela Cia Nu Escuro. Já viajamos em turnê pela Bolívia, ficamos em temporada no "Museu do Folclore Edison Carneiro" no Rio de Janeiro, apresentamos em vários estados do Brasil e participamos de vários projetos de circulação.

Foi a estréia da Izabela! Teve poucos ensaios (quase nenhum!) e ela estava muito nervosa!!! O Reginaldo fez várias alterações no espetáculo de ultima hora, para adaptar a montagem ao circuito itinerante do museu. E a Izabela teve que improvisar metade do seu texto de estréia! Hoje é engraçado, mas foi um sufoco...

Essa matéria foi ao ar durante a temporada de estréia em 27/08/2000, feita por um grande amigo, Handerson Pancieri, para o Jornal Anhanguera. No elenco estava eu (Hélio), Tuim, Mckeidy e, é claro, a capeta da Izabela!