terça-feira, 7 de junho de 2011
Necessário e exato
sábado, 28 de maio de 2011
"PRECISO OLHAR" e "CARRO CAIDO"


DE DENTRO DO CENTRO é uma circulação do repertório da Cia por Goiás, pelos estados que ele faz divisa e também pelo Distrito Federal, estabelecendo um intercâmbio com grupos de teatro destes locais. A Circulação da Cia de Teatro Nu Escuro acontecerá com (05) cinco espetáculos distintos, que se revezarão entre as (07) sete cidades participantes, totalizando (24) vinte e quatro apresentações.
Cidades
Goiânia/ GO
Palmas/ TO
Taguatinga/ DF
Belo Horizonte/ MG
Salvador/ BA
Cuiabá/ MT
Campo Grande/ MS
Espetáculos
Preciso Olhar (2009) dir. Henrique Rodovalho
O Alienista (2006) dir. Hélio Fróes
Envelopes (2005) dir. Izabela Nascente
O Cabra que Matou as Cabras (2004) dir. Hélio Fróes
Carro Caído (1999)
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
PRECISO OLHAR - CURTA TEMPORADA
sábado, 21 de novembro de 2009
PRECISO OLHAR - Festival Goiânia em Cena

Foto: Layza Vasconcelos
Crítica: Prof. Nilton Rodrigues
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
NU ESCURO NO 8ª TENPO
Divulgada lista dos espetáculos selecionados para a 8ª Mostra de Teatro de Porangatu
A Agência Goiana de Cultura (Agepel) divulga a relação dos espetáculos selecionados para apresentação na 8ª Mostra de Teatro Nacional de Porangatu - TeNpo, que acontece de 10 a 15 de novembro próximo.
Foram inscritos nesta edição 33 produções, das quais selecionadas 12 atrações, entre espetáculos infantis, adulto, de circo e performances. Não houve inscrições de Brasília e do Tocantins.
A curadoria foi composta pelo diretor de teatro Sandro di Lima, a jornalista Valbene Bezerra, do jornal O Popular, e da atriz e produtora cultural Fernanda Fernandes.
Os critérios de avaliação levaram em conta a qualidade das produções, a dramaturgia, o trabalho de pesquisa e a consistência da produção, contemplando a diversidade das três linguagens cênicas: teatro, dança e circo.
Confira abaixo a relação dos selecionados:
Adultos:
- Boi - Ator: Guido Campos – Direção e adaptação: Hugo Rodas
- Preciso Olhar – Cia de Teatro Nu Escuro – Direção: Henrique Rodovalho
- Balanço – Ator: Bruno Peixoto – Direção: Edson de Oliveira
- O Giro da Criatura – Direção: Grupo Teatral Olho da Rua com participação de Constantino Isidório
- Macário – Companhia Teatral Oops – Direção: João Bosco Amaral
- Perfume para Argamassa – Atores: Kleber Damaso e Viviane Domingues
Porangatu:
- Os Saltimbancos – Grupo de Teatro Trem de Doido – Direção: Leandro Martins
Infantis:
- Chiquinha, a Fofoqueira. – Grupo Teatro Zabriskie – Criação e Atuação: Alexandre Augusto e Ana Cristina Evangelista
- História de Goiás no Picadeiro – Circo Lahêto – Direço: Maneco Maracá
Performances:
- A Dama da Noite – Companhia de Teatro Sala 3
- Drumonzinho – Cia de Teatro Novo Ato – Direção: Luiz Cláudio
- Nervos a Beira de um Ataque de Mulheres – Atriz: Joeslaine dde Oliveira Sousa – Direção: Pablo Angelino e Nando Rocha (Para Abertura Oficial)
domingo, 18 de outubro de 2009
ESPETÁCULO TRANSMITIDO AO VIVO NESTE BLOG
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Mostra Local - Goiânia em Cena 2009
Comissão de Seleção: Agnaldo de Sousa (Paraná), Fernando Villar (Brasília) e Claudio Cajaiba (Bahia):
Mostra Palco - Espetáculos selecionados
Boi - Sertão Teatro Infinito Cia.
História de Goiás no Picadeiro - Circo Lahetô
Indecência - Cia. Benedita
Preciso Olhar - Cia de Teatro Nu Escuro
Primeiros Movimentos - Cia. Quasar Jovem
Travessia II, de tão longe venho vindo - Grupo Teatro Ritual
Mostra Palco - Espetáculos suplentes
Estudos sobre autenticidade - Contato Grupo de Dança
Cenas do Despertar da Primavera - Grupo Máskara
Mostra de Rua - Espetáculos selecionados
O circo, a luneta e o planeta - Sapequinha Trupe Show
Perfume para argamassa - Kleber Damaso e Viviane Domingues
Txuu - Looso, Raio de Sol - Grupo de Theatro Arte e Fogo
Viagem ao coração da cidade - Anthropos Cia. de Arte
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Funcionou!
Mostrou o aquecimento dos atores, a entrada do público e a desmontagem do cenário, além do espetáculo é claro!!!
O responsável foi o grande parceiro do grupo: Rodrigo "Horse" Assis!
Valeu!
Com certeza faremos outras destas!!!
domingo, 26 de julho de 2009
Transmissão ao vivo preciso olhar
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Vídeo "preciso olhar"
"Quem sou? Se recorresse a um dito popular, tudo não se resumiria em saber “com quem ando”? Devo confessar que essa expressão me perturba um pouco, pois tende a estabelecer entre mim e certos seres relações mais singulares, menos evitáveis, mais perturbadoras do que poderia imaginar. Diz muito mais do que quer dizer, me faz desempenhar em vida o papel de um fantasma, alude evidentemente ao que eu deveria deixar de ser para ser quem sou."
André Breton
PRECISO OLHAR
de henrique rodovalho
Dias 24, 25 e 26 de julho
sex e sáb - 21 horas
dom - 20 horas
Teatro Goiânia Ouro
quarta-feira, 8 de julho de 2009
“preciso olhar” de volta em cartaz!
Marquem em suas agendas:
O Espetáculo da
dirigida por
Sexta e Sábado às 21 horas
Domingo às 20 horas
No Teatro Goiânia Ouro
Assistam aqui os autorretrados que fizeram parte da pesquisa do espetáculo:
Autorretratos
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terça-feira, 7 de abril de 2009
Digital do território do eu
Enfim saiu! Duras semanas de ensaios, muita concentração, dedicação, disposição, e, depois de uma boa gozada,o prazer e a emoção. A experiente Cia de Teatro Nu Escuro estreou seu novo espetáculo, “Preciso Olhar” , direção de Henrique Rodovalho, algo muito esperado pela cena local. Como resultado desse anunciado, uma boa apresentação, que não receberia um excelente ainda pelo fato de ser o inicio de um grande feito e com possibilidades de mudanças nas apresentações que ainda estão por vim.
A mistura de olhares foi o grande marco deste espetáculo e o resultado foi a miscelânea de linguagens em torno de um foco: identidade. Rodovalho como convidado especial atendeu as expectativas e soube dirigir tecnicamente e conceitualmente essa grande obra. No entanto, confesso que me deu um friozinho na barriga em ver esse resultado de olhares se edificando. Fui um dos pouco que teve a oportunidade de ver antecipadamente o processo em construção e nos ensaio gerais pude perceber que a obra ainda não tinha terminado. Não conseguia ainda perceber seu estilo – se é que é preciso definir algo; um drama, uma comédia, teatro contemporâneo, dança-teatro, não sei, mas algo que pudesse nos instigar a saber o que poderia sair em um encontro interessante de boas cabeças.
Nas apresentações a surpresa; um espécie de drama- comédia. Não nega-se a dosagem cômica da peça, não sei se intencional, mas a resposta do público foi de muitos risos e boas gargalhadas, um resultado comum para a Cia. De inicio até achei alguns textos longos e dispersos, no entanto, se tornou útil para quebrar essa toada cômica do espetáculo.O Drama, fica por conta dos textos dos “eus”, onde os atores puderam dar o melhor de si, digo literalmente, pois a peça simplesmente dá o olhar intimo de cada ator ou cada personagem nesse caso.
As atuações, um grande desafio; interpretar –se como personagem, uma grande lição para a trupe, pois falar de nos mesmos não é fácil. Nisso todos fizeram bem seus “próprios” papeis. Tuim, com surpreendentes movimentos teve uma atuação destacada; Adriana, em seus dasabafos emotivos sempre bem gestuosos, uma experiente atriz; Hélio Fróes, um cara objetivo e com personalidade; enfim, minha amiga Izabela Nascente, adoravelmente apaixonada, onde pude sentir emoção e verdade, dosada claro de certa tensão e até descontração, mas ao falar de si explorou as coisas que tem paixão, sua família, suas marcas e suas loucuras, foi muito bem obrigado.
Mas a peça não é só um divã oportuno para os atores e o diretor, ela pronuncia sobre nossa cidade, nosso espaço cotidiano, que por acaso é de quase todos que assistiram o espetáculo na estréia. Não foi mais um grupo ou artista falando de Goiânia e Goiás, típico bairrismo muito valorizada pela goianidade de plantão, mas o tom cômico e até irônico nos instigou a ter mais vontade de saber mais sobre nossa identidade e nossas coisas, algo que alguém de fora não se incomodaria pela sutileza que foi dada.
A composição cênica com intervenções áudio-visuais misturada com a definição objetiva da luz, recheada com boa atuação e direção, não resta dúvida que merece atenção da critica teatral, dos fazedores e apreciadores dessa arte. Vale a pena a ver e conhecer esse olhar, nossa digital artística e filosófica...
Intés.
Bruno Garajau Dantas – Historiador, ativista cultural. Um goiano; apreciador da arte teatral
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Identidade
A Cia. de Teatro Nu Escuro surgiu como núcleo de teatro na ex-ETFG na década de 1990. Apesar de Henrique Rodovalho ter sido professor na instituição, o convite para direção de uma montagem foi feito uma década depois.
A mais nova criação é algo inédito para o repertório da companhia. A começar pela direção que é assinada pelo renomado coreógrafo Rodovalho, da Quasar. Além de inexistir no palco personagens e, sim, personalidades.
Ao adentrar a sala de espetáculo, o público reconhece o estilo rodovalhiano de configurar um palco clean. Ele exercita a mescla do audiovisual e artes cênicas, junto com Michael Valim, criando uma instalação em vídeo com imagens de partes dos corpos dos atores, mas não desdobra o suporte e segue exibindo vídeos ao longo do espetáculo.
O público não deve esperar ver dança, dança-teatro ou qualquer outra variação das linguagens. Preciso Olhar é classificável como um bom exemplo de peça de teatro, embora a contemporaneidade mostre que rotular é perigoso, afinal, a proposta da Nu Escuro é apenas bater um papo franco e direto (ou quase uma “lavação de roupa suja”).
Fica ligeiramente incômodo ouvir confissões vindas de Adriana Brito, Hélio Fróes, Izabela Nascente e Lázaro Tuim, nomes próprios no palco e fora dele. Antes de abordar o indivíduo, a Cia. faz um recorte do conceito de ser humano (e goiano) e o localiza geograficamente na cartografia abdominal de Tuim.
Para quem se acostumou a “morrer de rir” nos espetáculos da companhia, vai ter que se contentar a se divertir com doses homeopáticas de bom humor, mas que ainda estão rigorosamente dentro do padrão de qualidade da Nu Escuro. As piadas estão entranhadas na apropriação dos discursos jornalístico, publicitário, teatral etc. dos inúmeros esquetes que os atores encenam para se desafiarem e questionarem a linguagem do teatro. Impagável o Rap da Enfezada. Isso tem que ser publicado no YouTube.
O cenário, embora tenha uma carga de informação necessária à montagem, parece ter tido problema de execução e não compôs harmonicamente o conjunto da obra, inclusive dificultou a visualização das projeções. Letycia Rossi criou um figurino que foi além da identidade e expressou intimidade. Preciso Olhar é espetáculo que a gente “precisa ver” de novo, para olhar mais atentamente o ser humano que se desnuda e mostra tudo aquilo que julga pertencer a sua identidade.
Rafael Ventuna
Especial para o DMRevista
Diario da Manha
01 de abril de 2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
Últimas chuvas
Sei lá... acho que, na verdade, pelo fato de ter acompanhado mais ou menos de perto a história do grupo e por saber que Preciso Olhar é um espetáculo que viaja por praias nunca dantes viajadas por ele. Acho que foi por isso a apreensão. Mas eu tava sentado numa poltrona do Teatro Goiânia. Do meu lado, um amigo, Estevão, estudante de Psciologia. Ficamos, os dois, ligados no espetáculo, como se aquilo fosse nosso.
O Estevão pensava (e eu também, pra que negar?), que viria um espetáculo daqueles contemporâneos, desses que estão na moda e que eu não entendo quase nada. Falei para os amigos dos grupos Ritual e Oops, que, pelo fato deu não ter feito o teste do pezinho, meu retardamento era evidente e, nesse caso, para entender o contemporâneo, eu precisaria de uma cartilha explicando tudo direitinho.
Nem tanto, né? Nem tanto! Entendi Preciso Olhar, sem necessidade da tal cartilha. Texto massa, direção precisa, atuações na medida, dos quatro atores. Tudo numa sintonia bacana, típica das coisas do Rodovalho, profissional, ensaiado à exaustão. E típico também do Nu Escuro, já que os caras do grupo ralam mesmo e todas suas montagens são, para mim, na minha ótica, de excelente qualidade.
Não preciso dizer mais nada. O Estevão saiu do Teatro entusiasmado: “Véi, amanhã eu volto. Faz tempo não via uma peça tão boa. Pra falar a verdade, nunca vi em Goiás, um espetáculo tão correto”. Não preciso. Falar. Mais nada. Não preciso. Preciso olhar. Ah, lá isso eu preciso muito. Sempre. De preferência esses espetáculos precisos.
Carlos Brandão
Goiânia, março, últimas chuvas
sexta-feira, 20 de março de 2009
Será só imaginação?
Saiu um comentário da peça "preciso olhar" no blog Será só imaginação?:
http://www.mayaravilaboa.blogspot.com
Da jornalista Mayara Vilaboa.
Confiram!
Preciso Olhar, a versatilidade em cena
Fotos: Rubens Cerqueira

Eles já foram trapaceiros no “Cabra que matou as cabras”, contadores de causos em “Carro caído”, loucos no “Alienista”, bonecos em “Envelopes”, governadores e escravos em “Seu Palácio conta estória”, isso dentre tantas outras coisas... Agora eles são Hélio Fróes, Adriana Brito, Izabela Nascente e Lázaro Tuim procurando uma identidade em “Preciso Olhar”.
Gente como a gente. Hélio tem hiperhidrose, Adriana assiste filmes antigos, Izabela se prostitui para suas personagens e Tuim tem vergonha dos quilinhos a mais. E tudo isso em cena. Os atores se desnudam no palco. Pra falar a verdade, essa é a palavra: desnudar.
A peça, com direção de Henrique Rodovalho, começa com a projeção de um vídeo em que aparecem os quatro atores, cada um em um canto da tela. Uma parte do corpo de cada vez. Vamos descobrindo os olhos, a boca, o peito, a barriga, a perna, as cicatrizes e tatuagens de cada um. Partes de um todo.
Seres humanos dotados de capacidade de se socializar, principalmente se o motivo for bom, isto é: uma fêmea. Bem vindos ao Discovery Channel da Cia. Nu Escuro, uma voz, muito parecida com a de programas sobre vida animal, narra as ações dos atores na primeira cena, que se mostram exímios representantes de nossa espécie.
Os atores fazem parte de um mundo particular que transforma cada um de nós e caracteriza nosso regionalismo. Quatro pessoas que representam o todo. Do planeta Terra à Goiás, somos um Estado cercado por outros cinco. Temos cidades terminadas com “lândia”, como Damolândia, Doverlândia, o Distrito Federal está em nosso território e ainda há as turísticas Caldas Novas, Goiás e Pirenópolis. Goianos do pé rachado, que se transformaram, deixaram o carro de boi de lado e agora andam de Hilux e escutam Leonardo.
E se tem a busca por uma identidade como ser humano e como um ser inserido em uma sociedade, tem também a busca de uma identidade enquanto atores. Tudo começa com uma cena narrada por Adriana Brito, com direito a avião caindo, um casal brigão, um amigo intrometido, um outro que vive debaixo da saia da avó, uma velha que só fala de doenças e uma aeromoça que usa de toda a sua sensualidade para mandar os passageiros colocarem o cinto de segurnaça. Depois de toda essa mistureba os atores resolvem questionar o teatro.
Essa é uma das melhores partes da peça. Nesse momento a companhia mostra que conhece e transita bem por diferentes tipos de teatro, do apelo sexual de Nelson Rodrigues à grande expressividade do teatro de rua em uma única frase.
Com essa peça, a Cia. Nu Escuro mostra mais uma vez que tem uma identidade versátil, capaz de combinar diferentes linguagens e que atores e direção estão afinados, trabalhando em perfeita harmonia. Quem não assistiu a peça, precisa olhar...
“Preciso olhar” estreou dia 15 de março no Teatro Goiânia.
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quinta-feira, 19 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
Estreou!
quarta-feira, 11 de março de 2009
Está chegando a hora!
Teatro Goiânia
Sábado às 21 horas
Domingo às 20 horas
R$ 20,00 (inteira)
R$ 10,00 (meia)
Ingressos já estão a no Teatro Goiânia.
Todos os dias a partir da 14 horas.
